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  • Foto do escritorMaria Júlia Braz

Tédio

Atualizado: 14 de dez. de 2023


tédio

Imagine-se chegando a uma estação de trem*.


Você já comprou o bilhete, mas, por algum motivo, chegou à estação quatro horas antes da partida do trem. Você tem um livro com você, seu celular e um notebook.


Você tenta ler algumas páginas, verificar seu celular e adiantar algum trabalho. Mas, mesmo assim, se sente terrivelmente entediado, angustiado com a marcha lenta do relógio. O tempo parece não passar.


Você tem muitos modos de se distrair, mas não parece fazer sentido fazer qualquer coisa em uma plataforma de trem que não seja pegar um trem e seguir viagem.


Uma vez que o trem já esteja lá, a estação de trem, em si, não nos entendia.


 

1- ENFRENTANDO O TÉDIO COM PROPÓSITO


O tédio só aparece quando nos vemos presos a um lugar que tem um só sentido – pegar um trem – e esse sentido não se manifesta.


O decisivo para entediar-se não é, portanto, não ter o que fazer, mas sentir que não vale a pena fazer nada.


Quando estamos vivendo dessa forma, tudo o que buscamos é passar o tempo. Nossas obrigações e atividades não nos dizem nada.


Não temos o vislumbre do trem, estamos na plataforma sem que se articule um projeto de sentido que nos dê a motivação necessária para continuar.



2- A BUSCA PELO SENTIDO NA ESPERA INÓCUA


Por isso, lembrar que somos constituídos por uma liberdade profunda é um antídoto ao tédio. Podemos não ser livres para muitas coisas, mas temos, sim, a liberdade de criar um sentido único e autêntico para nossa vida.


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Maria Júlia Braz - Psicoterapeuta (11) 99317-7217 | mariajuliabrazcontato@gmail.com

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